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Festival Internacional de Televisão – Como foi

Sobre o debate “Transgressão e renovação: as novas formas de humor na TV brasileira“,
que aconteceu ontem no Oi Futuro: muita gente pra pouco auditório. Fiquei do lado de fora acompanhando pelo telão, uma pena. Mas foi um dia proveitoso.

Marcelo Tas (apresentador do CQC / Band) – O que mais acrescentou, sem sombra de dúvida. Ele sabe do que fala, tanto em relação a Televisão em geral quanto a ao tipo de programa em que o CQC está inserido hoje. Um dos poucos vídeos que eu achei no youtube da palestra:

Diego Barredo (Diretor do CQC / Band) – Muito mais contido do que o Tas, não era de falar muito, e também as vezes não se entendia muito do que ele disse, culpa do forte sotaque que ele tem(ele é da Argentina). Conhece bastante sobre o Custe o que Custar e sua trajetória em vários países
Cris Lobo (Diretora de prod. e programação da MTV Brasil) – A mais direta dos participantes. Reforçou a improtancia da internet como ferramenta fundamental na descoberta de novos talentos que podem ser proveitados pra TV.
Sabrina Sato (apresentadora e repórter do Pânico na TV) – Ainda não descobri o que ela estava fazendo ali. Com seu esteriótipo de mulher burra e gostosa, arrancou boas risadas do público, pelo menos. Foi só isso o que ela fez, mas ninguém esperava muito dela né?
Marcelo Adnet (apresentador MTV Brasil). – Sabe aquele cara que apresenta um programa de 15 minutos no seu quarto? Então, ele é assim mesmo. Brinca, mas também fala sério sobre a sua contribuição para o humor na televisão. Ao ser perguntado sobre o que pretende fazer quando seus “15 minutos acabarem”, respondeu tranqüilamente que não pensa nisso; um dia de cada vez, ele disse. Ele comentou também da transição natural que foi do teatro para  a televisão, e realçou o teatro como um lugar mais livre, em que se pode falar tudo sem medo de repercutir mal ou ganhar um processo, como já aconteceu com o CQC e com o Pãnico.

Opinião sobre a importância do debate:

Acho que o sucesso do CQC, do 15 minutos e do Pãnico na TV só prova que o humor, assim com todos os segmentos feitos na televisão hoje,  devem estar abertos a mudança. Com a concorrência feroz da Internet, quem não tiver isso na cabeça, dança e rápido.

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Comentários

  1. * não te interessa says:

    Não se faz mais humor na TV como ultimamente .
    Esse CQC é um lixo pra pseudo-intelectual da classe média se sentir importante , um bando de coxinhas da tal da merda do Stand-up .
    O “15 minutos” é uma espécie de visitinha chata que aparece na sua casa sem que vc convide , mas logo vai embora .
    O “Pânico” tenta faz um humor típico de criança da quinta série , que acabou de aprender todos os tipos de palavrão tirações.
    Foi -se o tempo de Os Trapalhões e TV Pirata , que fazia humor de forma anárquica , os únicos que atualmente se aproximam desse modelo é o “Hermes e Renato”

    | Responder Publicado 8 years, 2 months ago


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