Blog is a losing game.


Pensamento de fim de domingo

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Daqui.

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A (difícil) tarefa de ler jornal do Rio de Janeiro

A cada dia que passa fica dificil ver as capas dos jornais e não se indignar com o que a gente lê. Hoje eu tivesse sentimento duas vezes.

Capa do jornal Extra de hoje (05 de maio)

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Em um primeiro momento, a manchete até pode dar a entender de que isso poderia se aplicar a nós, que trabalhamos pra se manter nessa cidade. Mas eles não fariam isso com a gente; é claro que eles estão querendo cortar o trabalho DELES. E ainda querem receber por isso.

Agora a capa do jornal O Dia, tambem de hoje:

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O melhor exemplo da máxima “o barato que sai caro”.

Eu não sei o que passa na cabeça de um ser humano em fazer tal coisa com um semelhante. Usar super bonder para fechar uma cirurgia, como se o paciente fosse um boneco de plástico? Os seres humanos me chocam cada vez mais.


Porque você não olha pra mim?

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Eu uso óculos desde os 10 anos de idade. Me lembro claramente quando percebi que algo estava errado com a minha visão. Eu estava na igreja (!), por conta da  primeira comunhão de uma prima (aquelas coisas que só parente faz por você) e não conseguia enxergar a projeção das músicas que eram cantadas na cerimônia. Perguntei pra minha mãe, que é mais miope do que eu inclusive, e até ela estava enxergando. Ela, óbvio, ficou preocupada e me levou ao oftalmologista.

Foi constatado que tinha miopia. Fiquei meio triste, e tinha até vergonha de usar o óculos na escola. Porém, a necessidade falou mais alto e passei a usar o acessório diariamente. Hoje vejo que esse era o meu destino; lá em casa todo mundo tem algum problema de visão e porque  eu escaparia dessa?

A única coisa ruim era que todo ano a miopia aumentava. E era uma diferença de quase um grau, em apenas um ano. Achava que nunca ia parar de trocar de óculos e ia ficar cega com o tempo! Mas omédico  logo me tranquilizou e disse que a tendência era estabilizar. E foi o que aconteceu.

Com 18, 19 anos, a miopia e o astigmatismo não aumentaram mais. E hoje não me vejo mais sem meus óculos. viraram minha armadura, uma espécie de escudo, mesmo essa proteção falhando algumas vezes.

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Meu primeiro PC

Ao ver as notícias sobre os 25 anos do primeiro Macintosh produzido pela Apple, comecei a lembrar de quando ganhei meu primeiro computador.

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Ele não tinha um design tão duro como esse aí de cima, mas era usável para os padrões tecnológicos da época. Meu pai o comprou no fim de 1995.  Era um Windows 95, mas não me recordo da configuração dele. Só sei que não chega nem perto do que se pode comprar hoje em qualquer lojinha de informática.

Em 1995 a Internet ainda engatinhava e a principal função do computador aqui em casa era para jogar e fazer trabalhos de colégio. Quando a Internet ficou um pouco mais acessível,  lenta e dependia da boa vontade e papai e mamãe para deixar a gente ocupar a linha de telefone. Depois que a banda larga chegou… tudo mudou. Acho que pra melhor, mas às vezes  a Internet nos deixa muito dependentes dela e outras atividades, como a leitura, ficam em segundo plano. Pelo menos é assim no meu caso.


Desligue o PC e vá ler um livro!

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Foto: Getty Images

Uma das coisas que eu coloquei na minha lista de resoluções para 2009 é que eu queria ler mais, até porque ano passado só consegui ler uns 4 livros durante o ano todo. E não é falta de livro pra ler não. Muito pelo contrário.

Eu continuo comprando livros e eles vão se acumulando no meu armário, à espera de uma brecha no meu bom humor e na vontade para serem escolhidos e finalmente, apreciados. Atualmente tempo é o que não me falta: estou de férias da faculdade e meu estágio só ocupa quatro horas do meu dia. Um ótimo lugar pra colocar esse hábito em dia é no ônibus. Gasto um tempo considerável me deslocando paela cidade e seria um ótimo adianto. Mas, nem sempre tenho vontade e fico pensando em mil coisas enquanto olho pela janela e espero o meu ponto chegar.

Mas o problema desse bloqueio com a literatura é que sempre acho outra coisa que eu julgo melhor para fazer; na maioria das vezes, é a internet que me afasta dos livros. Dou preferência a ficar na frente da tela, e nem sempre isso acaba sendo produtivo.

Eu sei que isso vai mudar e em breve. Minha monografia está se aproximando e vou me ver obrigada a ler, e muito. Espero que não seja sofrível e que, o hábito da leitura volte a ser um dos meus passatempos favoritos.


A saga de passar no vestibular

Lendo algumas notícias sobre vestibular, as lembranças da minha fase de vestibulanda apareceram sem parar na minha mente. Escolher o que fazer foi talvez o passo mais difícil desse período. Parecia que era a minha única chance de acertar, e não se deve encarar dessa forma. Mas, na época, errar na decisão de uma profissão não era uma opção.

Depois de escolhido o curso (jornalismo), era hora de pensar na concorrência. No ano em que eu prestei, a minha habilitação só perdia na relação candidato/vaga para medicina em quase todas as faculdades que eu prestei. Ia ser difícil.

Continuei estudando, de segunda a sexta, depois de segunda a sábado e, durante exatos um mês, de segunda a domingo. Passei inclusive meu aniversário, que caiu em um domingo nesse ano, na sala de aula do cursinho. Não cheguei a sacrificar muito no lado pessoal,nunca fui daquelas que sempre tinha um programa na agenda sábado à noite, então essa parte foi bem fácil. Sentia mais o cansaço físico, as horas de sono insuficientes, os cochilos entre uma matéria e outra.

No dia da primeira prova, me senti mal. O psicológico não muito forte da vestibulanda aqui só confirmou que a calma conta muito na hora de fazer uma prova. Acordei muito antes da hora, me sentindo enjoada, como se alguém torcesse meu estômago de tanto nervoso. Tudo o que eu pensava era “eu tenho que fazer essa prova, nada vai me derrubar” Esse mantra deu certo, e nesse dia, foi quando eu consegui minhas melhores notas.

Com o tempo, o nervosismo vai diminuindo. Você adquire um ritmo, consegue dosar melhor seu tempo e se não faz idéia do que responder em uma questão, enrola tão bem que o professor que vai corrigir sua prova pode te dar um quarto de ponto só pela sua criatividade. Isso também conta, e muito. Talvez esses décimos tenham causado sua aprovação. Na última prova eu era a tranqüilidade em pessoa. E foi nessa faculdade que eu consegui ser aprovada.

Porém antes disso, ainda tem a longa espera. algo em torno de duas semanas em que a palavra de ordem é desestressar, se distrair sem pensar em clima, relevo, hidrografia, respiração celular, trigonometria e tudo isso que voce só estuda uma vez na vida. Mas é difícil e tudo o que você consegue pensar é “se seu tivesse escrito aquela frase que eu esqueci na redação, ela teria ficado mais coesa”.

As notas saem, e você vê sua aprovação chegando… ou não. Senti as duas sensações. Vi que tinha feito boa pontuação, mas não era suficiente… todo mundo tinha ido bem, assim como eu. E o suspense continuava.

Sai a classificação da primeira faculdade. Não passei e fiquei longe de uma chance de reclassificação. Sai a segunda, também não consigo. A minha última esperança, que é a faculdade em que eu estou hoje, também não me aprovou na primeira chamada. Apesar disso, a minha colocação me permitia estar entre aqueles que seriam chamados depois. Houve muita conta e muita reza para que as pessoas que ficaram na minha frente optassem por outra instituição. E até que, na segunda reclassificação, meu nome estava lá. Um dos melhores dias da vida, sem sombra de dúvidas. Ver a felicidade de seus pais que tanto investiram em você não tem preço.

Já pensei no que eu ia fazer se não tivesse passado. Tentar de novo era a opção mais palpável na época, mas também seguir numa faculdade particular não seria tão ruim. É muito difícil pensar no que fazer se algo que é tão presente na sua vida hoje não tivesse acontecido.

Isso aconteceu em 2004.. Hoje, em 2008, já estou na reta final da faculdade, tentando aprender como ser uma profissional competente na minha área. Uma outra vida começou. Se ela foi boa ou não, eu, sinceramente, ainda não descobri.


Como trabalhar melhor

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Trabalhar é muito complicado. É difícil seguir todos esses conselhos, mas não custa ter em mente. Algum dia, a gente chega lá.

vi aqui.


Quote do dia, da semana, do mês….

“I love sleep. My life has the tendency to fall apart when I’m awake, you know?”

Ernest Hemingway

 

Melhor quote do mundo.

 

vi aqui


Filosofia de vida

Tudo para evitar a fadiga.